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By LANCE ESPLUND
June 26, 2008
A arte de antigamente é acessível, porém a arte moderna e contemporânea são incompreensíveis e obtusas, mesmo sendo controverso - ou é assim que surge um mito . A arte recente, é pessoal e subjetiva (o que quer que você deseja que isso seja), ao contrário do que a maioria pensa, sua abstração não tem nenhum tema e, conseqüentemente, nenhum conteúdo.
O mesmo mito sugere que para se destacar da massa é necessário apelar para a arte dos últimos 100 anos, onde nossa sede de entreterimento era saciada e nossa capacidade de percepção era explorada.
Todos este cometários talvez sejam por que a escultora Louise Bourgeois (o mito em questão), é tema de uma retrospectiva de toda sua carreira que será exibida no museu de Solomon R.
O Museu Guggenheim, é considerado como o grande reino do mundo da arte.
Agora, comemorando seu 97º aniversário, Ms.Bourgeois, quem vem trabalhando com arte nas últimas 7 décadas, e suas provacações artísticas - pessoal, confessional, amarga, feminista, consalidada, evidências sexuais e confrotativa - que atingem você como batidas fortes, apresentam um tema que lhe envolve dos pés a cabeça.
As formas recorrentes lembram aranhas, flora e fauna, peitos, falos e vulvas, casulos, vagens, totems, e gaiolas. E há pouca ambigüidade nos génesis, significado, e dénouement.
Leia a notícia original : NY SUN
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