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Exposição - "O Real da Dor" Fátima Villarin



Imagem: divulgação




No dia 24 de julho, terça, às 19h, a artista Fátima Villarin vai abrir a exposição “O Real da Dor”, na Pequena Galeria (Candido Mendes do Centro). A mostra conta com a curadoria de José Ricardo Barbosa dos Santos e texto de parede de Alexandre Sá.

São esculturas em grandes dimensões em aço inox, madeira e estopa, que funcionam como possibilidades tácteis e, quando empregados juntos, revelam as relações antagônicas existentes entre estes materiais. O espectador poderá observar a conexão entre o duro, o agressivo e o macio, demonstrando a metáfora do constante e contundente confronto da artista com ela mesma.

A utilização de formas pontiagudas presentes nas obras se origina nas experiências vivenciadas pela artista. “São agulhas que penetram meu corpo como penetraram os espinhos de um limoeiro que abraçava na infância e que agora são transubstanciados nas agulhas e alfinetes que apresento em meu trabalho. Eles são, como lembra Giulio Carlos Argan, decorrentes de uma memória e de uma percepção”, explica Villarin. Neste sentido, seu trabalho pode despertar no outro um sentimento de ambiguidadena dicotomia sedução visual e ameaça.

A exposição convida o público a interagir com as obras penetrando-as, tocando-as e sentindo sua corporeidade. Todos os fazem parte da série iniciada em 2010‘O Peso do Buraco da Agulha’.

Entre os trabalhos estão: ‘Sete Irmãos’, que consiste em uma instalação, composta de 6 corpos/agulhas em aço inox medindo 1.35m e suspensas por cabos de aço sobre o chão, coberta de estopa tingida de pigmento vermelho (significa o sangue que escorre ao abraçar o limoeiro), cobrindo uma área de 4m X 4m; ‘Segmentos’apresenta 5 corpos de agulhas curvas em aço inox medindo 1.35m de altura, ocupando uma área de 2 x 2m, suspensas por cabos de aço inox, que flutuam em uma espécie de dança atraindo o espectador a interagir com elas – este trabalho ganha perspectiva cinética neste processo e as sombras criadas pelos refletores duplicam as agulhas em sua dança nas paredes; ‘Agulha Dourada’é uma escultura em madeira, com 1.70 m de comprimento, coberta por folhas em ouro, suspensa sobre uma área revestida por estopa tingida de vermelho, medindo 1m x 1.30m. Completam a mostra, 5Alfinetesem aço inox, medindo 1 metro cada um, acoplados a bolas em madeira maciça pintadas de branco medindo 9cm de circunferência, em um espaço de 5m x 1,10 m.



"O Real da Dor" Fátima Villarin
Curadoria: José Ricardo Barbosa dos Santos e texto de Alexandre Sá
Abertura: 24 de julho (terça-feira), das 19h às 21h30
Local: Pequena Galeria - Centro Cultural Candido Mendes do Centro - Rua da Assembleia, 10 - subsolo - Centro - Rio de Janeiro - RJ
Visitação: segunda a sexta - 13h às 19h
Período: 25 de julho a 31 de agosto de 2018
Informações: (21) 3543-6436





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